quarta-feira, 24 de setembro de 2008

BRASIL e PLC na conexão à internet em rede elétrica

As conexões de computadores em rede por meio de cabos e via wireless são bem conhecidas e discutidas atualmente. No entanto, há uma “nova” alternativa, o PLC (Power Line Communication).O PLC é estudado no Brasil desde 2001 que utiliza a infra-estrutura dos fios de rede elétrica para trafegar sinais de telecomunicações.



Como a freqüência desses sinais é da ordem de MHz, e a energia elétrica trafega na faixa de Hz, os dois sinais podem conviver no mesmo meio físico, portanto, esta tecnologia não depende que exista energia elétrica, somente o meio físico.
O PLC usa uma faixa de freqüência menor para a realização da gestão da rede de energia elétrica, como medição remota, automação, corte-religa, entre outros. Para o usuário se conectar a esta faixa, precisará de um módulo de PLC conectado na tomada e no computador.



O PLC na Europa, também conhecido como “HomePlug” nos Estados Unidos, também pode ser utilizado para conectar desktops, equipamentos de som e outros eletroeletrônicos em rede.



Os módulos PLC prevêem estabelecer a conexão com cabos USB e Ethernet na conexão e configuração automática. O processo é o semelhante ao da criação de uma rede por meio de energia elétrica por wireless.

As incertezas na tecnologia do PLC, como os componentes relacionados com a eficiência do acoplador que realiza o ‘bypass’ do transformador (transportando o sinal de internet diretamente, enquanto a energia passa por indução de média para baixa tensão), o seu preço, e a falta de uma definição do IEEE (organização mundial de define padrões de conectividade) sobre a tecnologia apontando especificações sobre a camada física e o ‘medium access control’ para tal funcionar com freqüência abaixo de 100 MHz, que promete velocidade de 2 GB/s em situações de pico, afetam na evolução e implantação deste sistema de compartilhamento de internet banda larga via rede elétrica.

Conexão legal à internet via rede elétrica
O uso da rede elétrica para a oferta de banda larga está mais próximo de se tornar realidade no Brasil, já que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocou em consulta pública as regras para a implementação do serviço.

Visto que a falta de uma definição na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre a freqüência que poderá ser usada no Brasil sem interferir em outras, como de rádio-amadores ou zonas de comunicação exclusivas das Forças Armadas.

A conexão à internet por meio de rede elétrica ainda não está disponível no País e tem sido testada por empresas como Eletropaulo Telecom, em São Paulo, Light no Rio de Janeiro, Copel no Paraná e Celg (Companhia Energética de Goiás), sem previsão de conclusão.

Com relação ao custo, acredita-se que o serviço de acesso à internet será compatível com as tecnologias existentes, e concorre com as conexões em banda larga por cabo, ADSL e Wi-Fi.

Novo cenário para as telecomunicações

A chegada da internet banda larga pela rede elétrica utilizando os chamandos PLCs, traz para o mercado as redes A2A e cria um novo cenário de telecomunicações no Brasil.

As concessionárias de energia criaram subsidiárias de telecomunicações, investindo milhões para passar um backbone de cabos de fibra ótica de centenas de quilômetros por boa parte de seus estados de atuação, sejam eles Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro ou São Paulo.

O fato é que ao fazer isso, essas companhias criaram a base de uma rede multisserviço apoiada em duas infra-estruturas (elétrica e ótica) que podem transportar ofertas como acesso à internet em banda larga, mas também serviços de telefonia, vigilância de segurança, telemedicina, IPTV e outros. Rede que será acessível pelos mais diversos equipamentos, sejam computadores, câmeras ou outros gadgets que precisarão apenas ser conectados na tomada.

E o PLC é a ponta-de-lança desse movimento. Tanto que as companhias de energia elétrica no Brasil estão inaugurando novos projetos da tecnologia que começou a ser investigada em 1999.

Companhias adeptas a banda larga pela rede elétrica

A Copel (Companhia de Energia Elétrica do Paraná), é uma das concessionárias que já tem um piloto em PLC, que está operacional até o final de 2007, atendendo a 300 consumidores curitibanos.

A Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) estuda o uso de PLC para que a sua subsidiária de televisão a cabo Way TV transmita o sinal televisivo pela rede de energia já no início de 2008.

A Celg (Companhia Energética de Goiás), garantia que a oferta comercial para clientes corporativos e consumidores finais disponibilizada até meados de 2008.

*Fontes:
http://idgnow.uol.com.br/telecom/2006/11/03
http://computerworld.uol.com.br/telecomunicacoes

domingo, 7 de setembro de 2008

MRAM - Memória não volátil

MRAM (Magneto-resistive Random Access Memory) é uma memória de computador não-volátil de alta densidade baseados na tecnologia magneto-resistiva.



O desenvolvimento se baseia em uma nova célula de memória que reduz pela metade o consumo de energia durante o processo de escrita de dados, uma nova arquitetura com características de alta velocidade e excelente desempenho.
As empresas Nec e Toshiba conseguiram reduzir o consumo de energia criando um novo formato para a junção de tunelamento magnético que armazena a informação. Ao invés de ser retangular, a nova junção possui saliências laterais em arco no centro. A corrente necessária para a escrita foi reduzida, além de proporcionar a redução no número de erros de escrita, mesmo se houver flutuações nas características de chaveamento de cada célula. Estas empresas anunciaram também que esperam desenvolver todos os processos técnicos para produção em escala industrial da nova memória não volátil ainda em 2005.



Propostas básicas para as estruturas das MRAM:
- NA primeira proposta, acopla cada célula a um transistor, o que melhora o tempo de leitura, mas aumenta o tamanho da célula.
- Na segunda proposta, chamada de estrutura de ponto cruzado, o transistor é retirado de cada célula individual, o que reduz o tamanho da célula, mas aumenta o tempo de leitura e o número de erros, devido à geração de correntes de fuga, que se dirigem para células não desejadas.


A nova MRAM utiliza uma estrutura de ponto cruzado na qual um transistor controla quatro células. Com isto as células têm o mesmo tamanho que as células das memórias DRAM convencionais, e o tempo de leitura ficou em torno de 250ns, quatro vezes mais rápido do que as MRAM com a estrutura convencional.


A Freescale Semiconductor anunciou em 2007 a fabricação comercial da produção em escala do primeiro chip MRAM (Magnetoresistive Random Access Memory) do mercado. A nova memória, de 4 Mb (Megabits) utiliza atração magnética para reter os dados, e combina a maior velocidade com a economia em preço das memórias RAM.


Ela combina a maior velocidade e a economia em preço das memórias RAM (que fazem gravações por sinais elétricos), que gravam dados apenas temporariamente, à capacidade de reter informações mesmo depois que a fonte de energia é desligada das memórias Flash (que fazem gravações por sinais magnéticos).

Os novos chips poderiam, por exemplo, ser usados para fazer processo de inicialização instantânea do computador, segundo Andreas Wild, diretor de tecnologia da Freescale para Europa, Oriente Médio e África. A tecnologia substituiria a memória ativa usada hoje para acelerar o processo.

A MRAM também poderia substituir outros tipos de memória, como a Flash e a EEPROM (Electrically Erasable Programmable ROM), que sofrem de um problema de limitação de duração.

Estas tecnologias utilizam um componente no chip que agüenta um número limitado de reprogramações, segundo o executivo. A MRAM não traz o mesmo problema de dano por uso e pode suportar um número ilimitado de reprogramações.

*Fontes:
http://www.guiadohardware.net/termos/mram
http://www.domaintec.com/a3pmram.html
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010110041216
http://www-als.lbl.gov/als/workshops/scidirecthtml/4Magnetic/magnetic.html

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

II Boot em Santa Catarina (Xanxerê)



"Mês do Java no Brasil"
A partir de 10 de setembro até 30 de setembro, o Brasil irá receber várias conferências Java em 14 cidades diferentes. Evento este de abrangência nacional e internacional.

Acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de setembro de 2008 o II Boot em Xanxerê/SC organizado pela UNOESC campus de Xanxerê.



Assuntos abordados:
- Floggy JME,
- Futuro Java,
- JavaFX,
- Ruby/Rails e Java,
- ...etc.

Participantes:
- Thiago L. Moreira
- Bruno P. F. de Souza (Javaman),
- Peter Karlson,
- Carol MacDonald,
- Fábio Akita,
- Robison C. Brito



Não Perca tempo, faça sua inscrição no portal da UNOESC campus de Xanxerê.

*Fontes:
http://bootxanxere.blogspot.com/
http://www.unoescxxe.edu.br/unoesc/cursos/desc_cursosextensao.php?cod_curso=384

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Cooler...Um Gigante de respeito

Cooler...Um Gigante de respeito

Enviado por Dori Prataem 30 Julho, 2008 - 15:32 emHardware Aqueles que usam seus computadores para games ou aplicações pesadas sabem que ter um bom sistema de refrigeração na máquina é essencial e invariavelmente, esse sistema começa pelo cooler da CPU. Neste ramo, uma empresa que se tornou referência é a Thermaltake. Um das preferidas daqueles que fazem case mod, a empresa sempre trás algo diferente, mas dessa vez acho que eles abusaram.



Eles lançaram o Thermaltake V1, um cooler com cerca de 15cm de largura por 14cm de altura e pesando mais de 630 gramas, construído com um ventilador de 120mm capaz de funcionar entre 1300 e 2000rpm. O dispositivo é compatível com a maioria dos processadores mais recentes incluindo Celerons e Durons e o preço estimado para venda é de US$ 60.


*Fonte: http://www.meiobit.com/cooler-de-respeito

terça-feira, 10 de junho de 2008

Junção de arquivos em extensão .001/002 e/ou .aa/ab

Usando o Prompt de comando (DOS/Windows) é muito fácil juntar os arquivos divididos

Seguindo todos os passos descritos abaixo, você poderá realizar a junção de arquivos de filmes/shows baixados em extensão .001/002 e/ou .aa/ab sem precisar utilizar qualquer software específico para tal fim.
E esta operação será com muita facilidade e praticidade.

Para exemplificar esta operação, utilizaremos o filme "Anjo do Pecado"!

Abrindo o Prompt de comando
Menu [INICIAR], clique em [EXECUTAR]: digite "cmd" sem aspas. [OK]

Passo 1:
Copie a pasta "Anjo.do.Pecado" contendo os arquivos baixados nas extensões (.aa/ab...ag) para o diretórios raiz C:



Passo 2:
Acesse a pasta "Anjo.do.Pecado" no diretório C: e verifique se todos os arquivos estão presentes. Aproveite para identificar até qual carácter os arquivos são nomeados identicamente.



Passo 3:
Digite a linha de código igual a descrita na imagem abaixo, apenas alterando o nome da pasta e/ou arquivos conforme o caso. Utilizando o comando "type" poderemos assim realizar a junção dos arquivos de mesma extensão.



Passo 4:
Aguarde iniciar o processo (um pouco lento) de junção, e poderá acompanhar a listagem dos arquivos que serão unificados se apresentarem um a um na tela. Por fim, será indicado abaixo desta listagem a pasta "C:\Anjo.do.Pecado>", concluindo o processo de junção dos arquivos.



Agora baixe tranquilamente seus filmes e shows, independente de quantas partes estes foram divididos!

sábado, 7 de junho de 2008

Trilheiros: difernças entre DTs e AGRALEs


Em qualquer moto que vai fazer trilha, a manutenção deve estar em dia. Faça uma pequena revisão sempre antes de sair, conferindo os seguintes itens: Calibragem dos pneus, corrente de transmissão, aperto dos raios, cabos de comando, óleo da caixa (se estiver esbranquiçado é sinal que está misturando água com óleo), aperto geral dos parafusos, filtro de ar, folga nas rodas, balança e direção, desgaste do freio, fluido do radiador... Deixe os manicotos um pouco bambos para rodarem em caso de alguma queda. Evite usar peças paralelas que não forem de qualidade reconhecida. Instale travas de pneu e pneus de trilha se sua moto ainda não tiver. Antes de fazer qualquer modificação na moto, verifique realmente se há necessidade e tome cuidado para que a moto não perda confiabilidade.


DT180
A DT180 foi a moto que popularizou o trail no Brasil. É a moto que mais venceu o enduro da independência (7x). Possui baixo custo de manutenção e uma mecânica muito simples, saltitante e fumacenta, ainda é vendida em muitos países da américa do sul.



Comece retirando tudo que não vai ser usado na trilha e instalando pneus para trail. O pinhão tem que ser trocado pelo 14 ou troque toda a relação por uma mais reforçada que usa corrente 520. Vede bem o filtro de ar e não fure a tampa. Não abuse do motor, por ser refrigerado a ar ele esquenta muito. Nessas horas deve-se parar ou “tirar a mão” e esperar que o motor esfrie. Passe todos os respiros do carburador e do carter até debaixo do banco e volte para a parte de baixo da moto.
Saiba mais Revista MotoShow nº 107 (carburador), Duas rodas nº 226 (veneno).
As melhores pastilhas de freio são a original e a Fabreq

DT200
A DT200 teve a difícil missão de substituir a DT180. Veio com uma boa dose de tecnologia e um ótimo desempenho nas trilhas capaz de transpor qualquer obstáculo.Com uma DT afiada, na hora do sufoco, você vai passar em cima do pescoço de muita gente.



Após a tradicional "pelada" na moto (a bateria tem que ficar e estar em bom estado senão o YPVS não funciona). Troque o pára-lama da frente que joga barro na nossa cara por um de XT225, XL350 ou Circuit. Troque o pinhão, use o 11 ou 12 mantendo a coroa original ou uma coroa 44 com pinhão 12 ou 13. Pode-se trocar o reservatório de expansão do radiador com o reservatório do óleo 2T por que o original é muito pequeno e quando a moto esquenta, joga a água toda fora. Se você trocar não se esqueça de conferir o óleo toda hora ou misturar no tanque. Uma ventoinha no radiador também é bom. Use a ventoinha do painel dos FIAT (precisa de aparar as pontas da hélice e colocar o radiador mais para frente) ou uma ventoinha daqueles aspirador de pó de ligar no acendedor de cigarro dos carros. Nunca use água pura no radiador, coloque algum aditivo a base de etileno glicol de alguma marca conhecida. Retire o funil de borracha da tampa do filtro de ar e troque a ponteira por uma de alumínio. Vede a caixinha do YPVS e o seu motor muito bem com com silicone. Se você estiver achando a suspensão dianteira muito macia coloque um óleo mais grosso (OH50TA). Passe todos os respiros do carburador, e carter até debaixo do banco e volte para a parte de baixo da moto. Se o seu YPVS queimar, pode ser arrumado, na maioria das vezes, trocando uma pecinha de uns R$0,80. Pode também instalar o YPVS mecânico que fica no lugar da bomba de óleo, (dá para retirar a bateria) e funciona perfeitamente, mas ai vai ter que misturar o óleo no tanque.
• Coloque um fusível de 1A no fio marrom da caixinha do YPVS e mantenha a válvula descarbonizada use um óleo 2T semi-sintético ou superior..
• Use rolamentos de roda com vedação de borracha, sufixo 2RS.
• As melhores pastilhas de freio são a original e a Fabreq
• Modificações...
• Ignição de comprtição; escapamento dimensionado

Agrale
As Agrale foram as motos que depois da DT180, desbravaram as trilhas no Brasil. Sempre foram conhecidas pelo seu motor forte. Ainda são muito utilizadas pelos treieiros em muitos lugares.



Se a sua Agrale não veio pelada de fábrica tente tirar tudo que a 27.5E não tem. Nunca instale alongador na suspensão traseira por que, além de ficar horrível, o amortecedor quebra. O melhor pinhão é o 12 com coroa 44. Na Xuxa, proteja o reservatório de expansão com coxins de borracha para ele não trincar com a vibração. Se o amortecedor original estourar, use amortecedor de XL250 no lugar do original, apesar de ficar meio duro. Na 27.5E coloque um reservatório de expansão maior, igual da xuxa ou o de óleo 2T das Agrale SXT. Para fazer enduro, o desmutiplicador original sempre estraga. Use um velocímetro eletrônico de bicicleta ou um odômetro digital.


* Dicas de Trilhas & Motos - fonte desconhecida!
Moto Grupo: Tigre Voador (fundado em 2006 - Simonei Ghisi)

Memristor: o quarto componente eletrônico fundamental


Memristor: cientistas comprovam existência do quarto componente eletrônico fundamental








Cientistas da HP anunciaram que um novo componente eletrônico, construído por eles em 2005, é na verdade um memristor, o quarto componente eletrônico básico, teorizado pelo cientista Leon Chua, em 1971.
Até agora os cientistas da HP chamavam seu componente de crossbar latch - veja a descrição completa de sua estrutura e funcionamento em Cientistas criam novo componente que poderá substituir o transistor. Eles deram outro passo importante em sua pesquisa em 2007 (veja Descoberta avança três gerações na construção de chips).
Memristor
Leon Chua, professor da Universidade de Berkeley, afirmou que o memristor - uma junção livre que ele fez dos termos memória e resistor - seria o quarto componente eletrônico fundamental - ao lado do resistor, do capacitor e do indutor - e que ele teria propriedades que não poderiam ser duplicadas por nenhuma combinação desses três outros componentes.
A propriedade mais importante desse novo componente passou a ser conhecida como "memresistência", o que na prática significa que o memristor é uma memória resistiva, que não perde os dados quando a energia é desligada.
Os memristores são nanofios com 50 nanômetros de largura, o que compreende cerca de 150 átomos. Os nanofios são formados por duas camadas de dióxido de titânio conectados a condutores. Quando uma corrente elétrica é aplicada a um deles, a resistência dos outros se altera. É esta alteração que pode ser registrada como um bit, a unidade básica de informação.
Memresistência
Agora, os cientistas conseguiram desenvolver um modelo matemático que comprova que o seu protótipo em nanoescala é na verdade o memristor teorizado por Chua. Eles descreveram matematicamente os princípios físicos do novo componente e construíram protótipos que, segundo eles, demonstram todas as características operacionais necessárias para provar que o memristor é real.
A memresistência enquanto fenômeno isolado já foi observada em diversos experimentos ao longo dos últimos 50 anos, mas a prova definitiva de sua existência - a explicação teórica seguida da demonstração prática - não tinha sido encontrada porque, segundo os pesquisadores, a memresistência é mais fácil de ser detectada em componentes construídos em nanoescala.
O elemento-chave para a memresistência é que os átomos do componente precisam mudar de posição quando a tensão elétrica é aplicada, e isso acontece muito mais facilmente em nanoescala.
Sem perda de dados
Se os memresistores construídos pelos cientistas da HP puderem ser fabricados em escala industrial, mantendo todas as características observados nos protótipos de laboratório, poderá estar aberto o caminho para o desenvolvimento de computadores que não perdem dados quando desligados da tomada, em uma solução mais eficiente do que as oferecidas pelas memórias magnéticas.

*Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/

terça-feira, 20 de maio de 2008

HDs virtuais!!

www.4shared.com

4shared
4shared é o seu disco virtual grátis com 1 Gb on-line de espaço para armazenamento. 4shared oferece lhe a maneira mais fácil e rápida de armazenar os seus ficheiros, aceder a ele de qualquer lado a qualquer altura e partilha-los com os seus amigos e pessoas em todo o mundo. Com 4shared você pode facilmente partilhar as suas imagens favoritas, musica, vídeo, documentos, e outros ficheiros com toda a gente. Simplesmente faço o upload dos ficheiros, partilhe-os e envie por e-mail o link de partilha. É assim que o site apresenta este serviço que também tem outros planos pagos. A funcionalidade é muito boa e intuitiva. As vantagens são mais que evidentes. É a forma mais pratica de partilhar ficheiros. Basta fazer o upload no nosso disco que o sistema cria um link para uma página que permite fazer o download do ficheiro. Desta forma, os bloggeres e não só podem partilhar todos os ficheiros que necessitarem sem terem de recorrer a um servidor via FTP ou algo similar. Desta forma partilhar ficheiros fica ao alcance de todos.

GMAI DRIVE GMail Drive
é um Shell Name space Extension, que cria um sistema virtual ao redor de
sua conta do Gmail, permitindo que você use o Gmail como um meio de
armazenamento. GMail Drive cria um
sistema virtual em cima de sua conta do Gmail e do Google permite-lhe
salvar e recuperar arquivos guardados em sua conta do Gmail diretamente
de dentro do Windows Explorer. GMail Drive literalmente acrescenta um novo impulso para o computador sob a pasta O meu computador, onde você pode criar novas pastas, arquivos para copiar e drag'n'drop. Desde que o Google começou a oferecer aos usuários do Gmail
conta de e-mail, o que inclui espaço de armazenamento, de 4000
megabytes, que você tinha muito espaço de armazenamento, mas não muito
a encher-se com ela. Com o GMail Drive você pode facilmente copiar ficheiros para a sua conta do Gmail e recuperá-los novamente.
Quando você criar um novo arquivo usando o GMail Drive, que gera uma
mensagem de correio electrónico e mensagens-la em sua conta. O e-mail aparece na sua caixa de entrada normal pasta, bem como o arquivo é anexado como um anexo de e-mail. GMail Drive verifica periodicamente o seu e-mail
(usando a pesquisa do Gmail função) para ver se novos arquivos chegaram
e para reconstruir o diretório estruturas. Mas basicamente GMail Drive funciona como qualquer outro disco rígido instalado em seu computador. You
can copy files to and from the GMail Drive folder simply by using
drag'n'drop like you're used to with the normal Explorer folders.
Você pode copiar arquivos de e para o GMail Drive pasta simplesmente
usando drag'n'drop como você está acostumado com o normal Explorer
pastas. Porque o Gmail vai arquivos fiquem amontoados sua pasta Caixa de entrada, você pode querer criar um filtro no Gmail para automaticamente mover os arquivos (com o prefixo GMAILFS cartas no assunto) para o seu e-mail arquivado pasta. Observe que GMail Drive ainda é uma ferramenta experimental. Há ainda uma série de limitações do sistema de arquivos (como o tamanho total filename deve ser inferior a 65 caracteres).

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Propriedades do Computador (Oemlogo & Oeminfo)



Seu Windows 2003/2000/XP/NT/9x pode ser personalizado para que ele apresente um logotipo e dados do fabricante quando o usuário acessa o Control Panel > System (Painel de Controle > Sistema).
Os fabricantes de computadores costumam fazer isso como instrumento de marketing e também para incluir ali algumas informações sobre o suporte técnico do seus computador.

Para você personalizar o seu Windows, você precisa criar dois arquivos, que serão copiados para o diretório WinNTSystem32 (ou WindowsSystem ou System32):

1. O primeiro arquivo deve se chamar Oemlogo.bmp e conter uma imagem .bmp de 172x172 pixels (se a imagem for maior ela aparecerá truncada e se for menor ela aparecerá centralizada na área abaixo da imagem do monitor com o logotipo do Windows)

2. O segundo arquivo deve se chamar Oeminfo.ini e deve conter o seguinte texto:

[General]
Manufacturer=
Model=
SupportURL=< URL do suporte (por exemplo http://www.ghisis.hpg.com.br) >
LocalFile=


[OEMSpecific]
SubModel=
SerialNo=
OEM1=
OEM2=


[ICW]
Product=


[Support Information]
Line1= Texto relativo ao suporte técnico
Line2=
Line3=
Line4=
Line5=

Ferramenta: NitroPC

NitroPC

Você não precisa comprar um computador novo para ter um equipamento mais rápido e estável. NitroPC realiza ajustes avançados para que seu equipamento lhe ofereça performance e estabilidade máximas.

Melhora no desempenho ao executar jogos e programas. Redução no tempo de reinicialização do sistema. Realiza ajustes totalmente seguros e com eficiência comprovada.

Se você percebe que o computador já não é tão rápido como antes, se eventualmente ele “congela” ou se algumas vezes são exibidas mensagens de erro, saiba que provavelmente existem falhas no registro do seu Windows. NitroPC fará um check-up, irá organizar e otimizar o seu sistema e se algum erro for encontrado, será imediatamente corrigido, para que seu computador volte ao estado ideal de utilização.

Mais estabilidade e menor incidência de erros e falhas de proteção no Windows.
Evita travamentos no Internet Explorer, Office e outros programas.
Não será mais necessário levar o computador para assistência técnica ou pagar por visitas técnicas.
Spyware, vírus, phishing scam, hackers... a quantidade de ameaças digitais que circulam na Internet é grande, já foram reportados no Brasil mais de quarenta mil casos de fraudes via Internet e em muitos destes casos foi roubado dinheiro da conta bancária das vítimas. NitroPC atua em conjunto com seu programa anti-vírus para reduzir o grau de vulnerabilidade à estas ameaças.Protege suas informações pessoais como número de documentos e cartões de crédito. Corrige brechas de segurança no registro. Dificulta o acesso não autorizado a informações críticas.



Ao utilizar o computador muitos registros ficam gravados de forma oculta em diversos locais do sistema e qualquer um que tenha acesso físico ou remoto (hackers) a estes registros saberá quase tudo que você fez no computador; sites visitados, programas utilizados, arquivos abertos e muito mais.
  • Elimina registro de arquivos, fotos e vídeos que foram vistos. Apaga informações de sites visitados e arquivos baixados na Internet.


  • Exclui histórico de programas executados e pesquisas realizadas.Provavelmente você não faz idéia da quantidade de lixo digital que existe no seu computador.


  • Em computadores com mais de um ano de uso, todo este lixo acumulado pode começar a causar problemas como lentidão, travamentos e falta de espaço livre no disco rígido. NitroPC acaba com estes problemas.


  • Libera mais espaço livre em disco.Elimina arquivos perigosos para segurança do sistema ou que provocam erros.Exclui “restos” de programas desinstalados incorretamente.


* Fonte: http://www.nitropc.com.br/v32/detalhes.html

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Projeto proíbe venda casada de hardware e software



O Projeto de Lei 167/07, da deputada licenciada Professora Raquel Teixeira (PSDB-GO), proíbe, nas licitações públicas para compra de materiais de informática, a "venda casada" de hardware (equipamento) e software (programa). A exceção será limitada aos casos de impossibilidade de desvinculação dos produtos e dependerá de justificativa técnica aprovada pela autoridade superior.

A finalidade da proposta, segundo Raquel Teixeira, é garantir o princípio de igualdade de oportunidades no processo licitatório, como prevê a Lei das Licitações (8.666/93). "O que tem ocorrido como regra geral é que o produtor nacional de softwares abertos tem enfrentado enormes dificuldades para ter as mínimas condições de concorrência nas vendas para órgãos públicos", afirma.

"A chamada 'venda casada' de hardware com o sistema operacional Windows, da empresa monopolista Microsoft, tem inviabilizado a livre disputa com o sistema operacional aberto GNU-Linux", explica ainda a deputada. De acordo com ela, a venda de equipamentos juntamente com aplicativos produzidos por empresas que dominam de forma monopolista o setor, "é injusta e incompatível". Raquel Teixeira diz que essas empresas exercem pressão sobre as montadoras e produtoras de computadores.

Oportunidades
Para a deputada, a possibilidade de a administração pública usufruir de um sistema operacional alternativo ao dominante, "abre, ainda, outras chances de desenvolvedores nacionais de programas abertos oferecerem seus produtos ao Estado".

Os programas abertos são aqueles cujas licenças de propriedade industrial ou intelectual não restrinjam, sob nenhum aspecto, sua cessão, distribuição, utilização ou alteração de suas características originais. O programa aberto deve assegurar ao usuário acessoirrestrito ao seu código fonte, sem qualquer custo.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

* Fonte: Projeto proíbe venda casada de hardware e software 14/5/2007 - Agência Câmara

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Descubra o que fazer para melhorar o desempenho de seu disco rígido

Descubra o que fazer para melhorar o desempenho de seu disco rígido!




Ao visitar uma biblioteca, todos os livros estão organizados nas prateleiras sob um conceito determinado - como ordem alfabética -, facilitando ao visitante a localização da obra desejada.Com o disco rígido, não pode ser diferente. Para melhorar o desempenho do HD, é preciso cuidar para que os “livros” não ganhem orelhas e páginas amareladas.Afinal, este componente é o responsável por armazenar e carregar os arquivos e programas instalados no computador.


Para manter seu espaço digital organizado e limpo, há ferramentas que devem ser usadas com freqüência. Elas estão, inclusive, cada vez mais bem gerenciadas. Enquanto antes havia o CheckDisk, ScanDisk e Defrag, hoje o usuário deve rodar somente o último para desfragmentar e corrigir erros.Além disso, vale a pena conhecer algumas características inerentes ao HD, que fazem a diferença quando se fala em performance - e que podem ser responsáveis por baixo desempenho.


Salve e apague

Embora o termo backup seja recorrente quando se fala em segurança de dados, nem sempre ele é levado ao pé da letra. Além de evitar perdas, ter o hábito de salvar arquivos é saudável.Além de “evitar dores de cabeça”, como aponta o engenheiro de aplicações da Seagate para a América Latina, Carlos Valero, a prática libera espaço em disco.

“Depende da utilização do sistema. Podemos basear na atualização de arquivos, por exemplo”, diz o engenheiro, que recomenda o intervalo de uma semana para o procedimento caso os upgrades sejam recorrentes.


Limpe

O aplicativo Limpeza de Disco, também do Windows, calcula o espaço que poderá ser liberado no disco, baseado na utilização dos arquivos.“Ele localiza os arquivos temporários ou que não são utilizados”, explica Valero.Após este processo, são apresentadas opções de pastas que contém estes dados. O aplicativo informa quanto de espaço será liberado de acordo com o que o usuário optar por apagar.


Transferência de dados

Há quatro anos, os discos rígidos usavam a tecnologia de transferência de dados IDE (Integrated Drive Eletronics), enquanto hoje é usada a SATA (Serial Advanced Technology Attachment).No primeiro caso, a taxa de transferência chegava no máximo a 133 MB por segundo, enquanto atualmente a SATA - que está na segunda geração -, começa em 150 MB e chega a 300 MB por segundo.Contudo, “só é possível melhorar a taxa de transferência se a placa-mãe tiver o mesmo nível de tecnologia”, alerta Valero. Caso o HD alcance 300 MB e a placa-mãe tenha 150 MB, “é compatível, mas se você quiser a performance máxima, é preciso trocar a placa.”

“Depende da utilização do sistema. Podemos basear na atualização de arquivos, por exemplo”, diz o engenheiro, que recomenda o intervalo de uma semana para o procedimento caso os upgrades sejam recorrentes.


Backup, backup e mais backup

É verdade que esta é até aqui a melhor forma de garantir a integridade de dados no caso de panes no seu computador. No entanto, o particionamento do disco rígido (HD), mais um neologismo da área de informática, que vem de partição, é outra maneira de dificultar a perda de informações e documentos decorrente de problemas no sistema operacional da sua máquina. Isso porque o particionamento do HD, que nada mais é do que a sua divisão em partes distintas e às quais serão dadas funções também diferentes, permite ao usuário separar aquilo que é parte do sistema operacional – o sistema em si e os programas que rodam no computador – de seus arquivos, documentos e dados pessoais, por exemplo. Desta forma, caso o sistema precise, por qualquer motivo, ser desinstalado, os dados gravados na segunda partição permanecem intactos.
Nesse caso, o particionamento do HD pode ser feito em duas oportunidades. No caso do usuário de Windows, a opção deve ser selecionada no momento em que o sistema está sendo instalado. Se você resolveu dividir o espaço do HD depois que o Windows já foi instalado, uma opção é instalar o Partition Magic. O software tem interface amigável e intuitiva. “O programa guia o usuário no processo de particionamento”, afirma Robson Fernandes da Silva, gerente de produtos da distribuidora de produtos de informática Superkit.
Quando o disco é particionado no Windows, cada parte do disco ganha nomenclatura própria, normalmente identificada por uma letra – C:, D: e assim por diante. Na hora de gravar os arquivos, vale ficar atento e lembrar qual delas você escolheu para armazenar seus arquivos. Para facilitar esse processo, é possível alterar no sistema o local definido por padrão para a gravação de arquivos. Normalmente, os documentos são gravados diretamente em “Meus documentos”. Para alterar isso, no software (Word, por exemplo), clique sobre Ferramentas > Opções. Na janela que se abre, selecione a aba Arquivos. Então selecione Documentos e clique sobre o botão Modificar. Agora é só definir o diretório que deseja ter configurado como padrão e clicar em OK.
*Materia retirada do site "IDG"

domingo, 23 de março de 2008

Microondas poderão substituir fios no interior dos chips!

Microondas poderão substituir fios no interior dos chips

Agora que as tecnologias sem fios - ou "wireless", como preferem os mais afeitos aos termos em inglês - já se disseminaram no mundo da informática, os pesquisadores começaram a se perguntar: se a comunicação sem fios funciona em macro-escala, porque não utilizá-la para substituir os minúsculos fios que fazem as interligações no interior dos chips?
A fotônica está trabalhando e avançando rapidamente na eliminação dessa fiação, o que poderá representar um salto na velocidade de funcionamento dos microprocessadores. Mas a idéia do físico Alain Nogaret, da Universidade de Bath, Inglaterra, é um pouco diferente. Ao invés de utilizar fótons, ele propõe um enfoque mais conservador, mas que poderá ser mais fácil de implementar.
É claro que ninguém pensa em utilizar equipamentos WiFi no interior de chips, já que esses equipamentos são eles próprios fabricados com chips tradicionais, que utilizam fios em seu interior. A proposta é utilizar microondas em escala nanométrica, que seria utilizada para transmitir os sinais entre as diversas partes do chip. O segredo está na produção das microondas em escala tão minúscula.
O Dr. Nogaret acredita que essa energia poderá ser gerada disparando-se elétrons em campos magnéticos produzidos em componentes com poucos átomos de espessura - componentes criados na forma de sanduíches de semicondutores e magnetos. Ele propôs essa idéia no ano passado. E o impacto da teoria foi tão positivo que atraiu a atenção de seus colegas de outras universidades e da indústria.
O que ele propõe, um processo batizado de ressonância inversa do spin do elétron, utiliza um campo magnético para desviar elétrons, modificando sua orientação magnética. Isso cria oscilações que fazem com que os elétrons produzam microondas. Essas microondas poderão então ser utilizadas para se transmitir os sinais elétricos através do espaço, eliminando a "lentidão" representada pela resistência natural dos fios.
"O trabalho poderá ser muito importante para a criação de computadores mais poderosos e mais rápidos," diz o Dr. Nogaret, referindo-se a um consórcio agora formado, envolvendo várias universidades, e que tentará viabilizar a produção dos primeiros chips com a nova tecnologia. Segundo ele, se a pesquisa tiver êxito, isso poderá representar um aumento de 500 vezes na velocidade dos microprocessadores atuais.
"Esta pesquisa também poderá aumentar a precisão e a velocidade dos equipamentos de diagnóstico médico, capturando dados dos sensores de monitoramento. Os emissores de microondas são pequenos o suficiente para serem integrados em sensores biológicos portáteis, que capturem informações sobre processos biológicos que apresentem falhas," diz o cientista.
Além da velocidade, chips que utilizem microondas para sua comunicação interna também poderão ser mais robustos: ao invés de deixar de funcionar com o rompimento de um único fio, os microprocessadores poderão ser capazes de fazer um roteamento dos sinais quando uma de suas conexões falhar, simplesmente por meio da alteração da transmissão dos sinais.
O impacto maior dessa flexibilidade poderá ser sentida no processo de fabricação dos chips. Hoje, uma fábrica de microprocessadores custa vários bilhões de dólares, principalmente devido à necessidade de se construir ambientes limpos, já que um único grão invisível de poeira poderia danificar os chips.
Na nova arquitetura, os cientistas calculam que um processador poderia continuar funcionando normalmente mesmo se até 5% de seus circuitos apresentassem defeito. Com uma tolerância assim, espera-se que esses chips do futuro sejam mais baratos para se fabricar.
Os cientistas esperam ter os primeiros protótipos funcionando em cerca de três anos.

*Materia retirada do Site: "Inovação Tecnológica", da redação27/06/2006.

Troca de informações por luz em um único chip!

Troca de informações por luz permitirá supercomputadores em um único chip

Cientistas da IBM anunciaram o desenvolvimento de uma tecnologia óptica que, quando totalmente aprimorada, permitirá a utilização de luz, ao invés de fios de cobre, para a troca de informações entre os diversos processadores que hoje formam os supercomputadores.
Supercomputadores portáteis
O resultado deverá ser supercomputadores com a mesma capacidade dos atuais, mas do tamanho de um notebook. A utilização de luz para a troca de informações digitais resolve um dos grandes problemas da microeletrônica atual: a excessiva geração de calor pelos chips, uma energia desperdiçada e uma das principais responsáveis pelo fato de que um supercomputador atual gasta energia suficiente para abastecer centenas de residências.

Modulador eletro-óptico
O avanço consistiu na miniaturização de um dispositivo chamado modulador eletro-óptico de Mach-Zehnder, que é capaz de converter sinais elétricos em pulsos de luz. O novo modulador é 100 vezes menor do que os anteriormente demonstrados, abrindo caminho para que eles possam ser integrados no interior dos chips.
Além de reduzir os custos de fabricação e fazer com que os microprocessadores consumam menos energia, a utilização de pulsos de luz aumenta em mais de 100 vezes a largura de banda disponível para que os diversos núcleos troquem informações entre si, e diminui o consumo de energia em 10 vezes.

Supercomputadores em um chip
Alguns grupos de pesquisas já tiveram sucesso no desenvolvimento experimental de novas arquiteturas de microprocessadores - é o caso dos "supercomputadores em um chip" TRIPS e MONARCH. A indústria já produz comercialmente chips com até nove núcleos, como é o caso do processador Cell, da própria IBM, que equipa o console de jogos Playstation.
Mas os engenheiros sabem que a aglutinação de novos "cores" em um mesmo processador precisa de uma nova tecnologia para a troca de dados. "O trabalho está acelerado na IBM e na indústria para aglutinar muitos mais núcleos de computação em um único chip, mas a tecnologia atual de comunicação no interior dos chips irá superaquecer e se tornar muito mais lenta para lidar com o aumento na carga de processamento," afirma o Dr. T.C. Chen, da IBM.

Convertendo sinais digitais elétricos em pulsos de luz
Um modulador óptico converte os sinais digitais elétricos, transportados pelos minúsculos fios construídos no interior dos chips, em uma série de pulsos de luz, que são "transportados" por um dispositivo chamado guia de ondas.
Primeiro, um feixe de raios laser é enviado para o modulador óptico, que funciona como um "obturador" extremamente rápido e que controla se o laser será bloqueado ou transmitido para o guia de ondas. Quando um pulso elétrico digital chega do núcleo do processador no modulador, o obturador permite a passagem de um curto pulso de luz, que vai atingir a saída óptica. Desta forma, o componente modula a intensidade do laser de entrada, convertendo uma fileira de bits digitais (0s e 1s) de sinais elétricos em pulsos de luz.

* Materia retirada do Site: "Inovação Tecnológica", da redação07/12/2007.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Motores de vento iônico farão resfriamento de chips!

Motores de vento iônico farão resfriamento de chips

Saem os coolers, ventiladores e dissipadores e entram os motores de vento iônico, uma nova tecnologia que acaba de ser descoberta, com o potencial para resfriar dramaticamente os chips de computador e permitir uma nova onda de miniaturização e elevação dos seus clocks de funcionamento.

Resfriamento de chips
A nova tecnologia, desenvolvida por cientistas da Universidade Purdue, Estados Unidos, financiados pela Intel, aumenta o coeficiente de transferência de calor dos microprocessadores em até 250%. É esse coeficiente de transferência de calor que determina a taxa com que o chip se resfria.
"Outras abordagens experimentais de melhoria do resfriamento podem lhe dar no máximo melhorias de 40 a 50 por cento," diz o professor Suresh Garimella. Uma ampliação de 250% é realmente um incremento radical.
Quando utilizado em combinação com os dissipadores e coolers convencionais, o motor de vento iônico - que ainda está em estágio experimental - melhora sua eficiência ao aumentar o fluxo de ar que passa sobre a superfície do microprocessador.
Isso torna a tecnologia mais interessante tanto para os computadores portáteis - os notebooks ou laptops - quanto para os computadores de mesa, que estão apresentando uma tendência ao encolhimento dos seus gabinetes. Mas até mesmo os palm-tops e telefones celulares poderão ser beneficiados.

Motor de vento iônico
O motor de vento iônico, que não tem partes móveis, funciona gerando íons - átomos carregados eletricamente - a partir de eletrodos construídos muito próximos uns aos outros. O dispositivo foi construído diretamente sobre a superfície de um chip experimental.
O equipamento contém um anodo - um fio com carga positiva - e vários catodos - fios carregados negativamente. O anodo foi posicionado cerca de 10 milímetros acima dos catodos. Quando uma corrente elétrica passa através do dispositivo, os catodos, ou eletrodos negativos, disparam elétrons à distância, rumo ao anodo, carregado positivamente.
No caminho, os elétrons colidem com as moléculas de ar, produzindo íons carregados positivamente, que são então atraídos de volta para os eletrodos negativos, criando um vento iônico. É essa "brisa iônica" que aumenta o fluxo de ar sobre a superfície do chip experimental, melhorando a eficiência do sistema de resfriamento.

Coolers e dissipadores
Os sistemas de resfriamento a ar são limitados por em efeito físico chamado no-slip (anti-derrapante) - à medida em que o ar flui sobre um objeto, as moléculas mais próximas à superfície permancem estacionárias. Quanto mais longe da superfície, mais rapidamente as moléculas se movem seguindo o fluxo de ar.
Esse fenômeno é um empecilho ao resfriamento porque ele restringe o fluxo de ar justamente onde ele é mais necessário, exatamente sobre a superfície quente do chip.
A tecnologia do motor de vento iônico potencialmente resolve esse problema, porque o fluxo de vento iônico acontece exatamente na superfície, onde o fluxo de ar trazido pelos coolers é menos eficaz.

* Materia retirada do Site "Inovação Tecnologica", da redação 15/08/2007.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Processadores auto-refrigerados!

Processadores auto-refrigerados deverão aposentar coolers mecânicos
Cooler de estado sólido, capaz de resfriar um laptop.[Imagem: Dan Schlitz e Vishal Singhal]
A empresa emergente Thorrn Micro Technologies apresentou um sistema para resfriamento de chips que não tem partes móveis e que produz vento suficiente para resfriar um laptop inteiro.
Cooler de estado sólido
O exaustor de estado sólido produz uma corrente de ar três vezes maior do que um "cooler" mecânico típico, mesmo tendo apenas um quarto do tamanho. Como não possui partes móveis, o dispositivo é silencioso, ultra-fino, apresenta baixíssimo consumo de energia e praticamente não requer manutenção.
Vento iônico
Batizado de RSD5, o cooler de estado sólido é formado por uma série de fios que produzem plasma em micro-escala - plasma é um gás ionizado que possui elétrons livres suficientes para transmitir eletricidade.
Os fios ficam no interior de superfícies meia-cana - equivalentes a um cano cortado na longitudinal. Uma placa não carregada eletricamente é posta sobre o conjunto, funcionando como uma espécie de tampa.
Quando os fios são submetidos a uma corrente elétrica, os íons do plasma resultante empurram as moléculas de ar do fio para a placa, gerando o vento. O fenômeno é chamado de vento corona.
Refrigeração miniaturizada
O projeto da superfície curva permitiu o controle das descargas em micro-escala até o nível de produção máxima de vento sem o risco de formação de arcos elétricos. O resultado é uma corrente de ar de 2,4 metros por segundo. O maiores coolers mecânicos produzem fluxos de ar entre 0,7 e 1,7 metros por segundo.
"A tecnologia tem potência para resfriar um chip de 25 watts utilizando um dispositivo de menos de 1 centímetro cúbico e um dia poderá ser integrada no silício para se produzir chips auto-refrigerados," diz Dan Schlitz, um dos criadores do exaustor de estado sólido.
Este lançamento comercial é resultado da pesquisa sobre motores de vento iônico mostrada na reportagem Motores de vento iônico farão resfriamento de chips, publicada em meados de 2007.
* Materia retira do Site: Inovação Tecnologica, da redação19/03/2008.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Internet via rede elétrica!

Internet via rede elétrica


A FCC (Federal Communications Commission), órgão do governo norte-americano responsável pela regulamentação das telecomunicações naquele país, colocou em consulta pública a normatização do serviço de Internet em banda larga utilizando a rede elétrica. A tecnologia para utilização de redes de distribuição de energia elétrica já vem sendo pesquisada por vários grupos de pesquisa ao redor mundo e pode ser considerada pronta para implantação em larga escala. Será mais uma opção para usuários domésticos e empresas terem acesso a serviços de banda larga, não apenas para acesso à Internet, mas também para a implantação de redes, serviços de multimídia e teleconferências.
O principal objetivo da normatização que está sendo proposta é o provimento de mais uma alternativa para o que os americanos chamam de "last-mile" (última milha), a parte final da malha de distribuição dos serviços, aquela que chega até a residência ou ao escritório. Esta é a porção mais cara do serviço, devido aos custos de infraestrutura e instalação. Desta forma, "back-bones" de fibra ótica poderiam distribuir os serviços, funcionando como grandes avenidas ao longo das cidades, enquanto que a rede elétrica faria o papel das pequenas ruas, retirando o tráfego da avenida e fazendo o serviço chegar até o local de trabalho do usuário, seja em sua casa, seja em seu escritório.
A implantação do serviço via rede elétrica deverá impactar diretamente o serviço DSL ("Digital Line Subscriber"), hoje oferecido por redes de TV a cabo e através de modens a cabo que utilizam linhas telefônicas. Mas certamente trará grandes vantagens para quem mora em áreas rurais, não servidas por estes serviços. Outra grande vantagem do novo sistema será sentido pelas empresas de energia, que terão um meio barato e efetivo de monitorarem e gerenciarem efetivamente suas redes de distribuição de eletricidade.
A proposta da FCC engloba dois tipos de serviço: acesso e interno ("in-house").
O serviço de acesso utiliza as redes de média voltagem, entre 1.000 e 4.000 volts para levar a Internet e outros serviços de banda larga até o usuário final.
O serviço interno utiliza a fiação interna das residências e escritórios, de baixa voltagem, para conectar computadores, impressoras e todos os demais periféricos ligados à informática, além de controladores específicos, seja de eletrodomésticos, seja de gerenciamento de funções da casa ou edifício.
A FCC ressalta que as regras existentes para o sistemas de portadoras, que modulam ondas de rádio na corrente alternada disponível na fiação elétrica, transmitindo dados ou voz, tem tido sucesso. Entretanto, esses sistemas de portadora têm operado com capacidade de comunicações relativamente limitada, em freqüências abaixo de 2 MHz, sobre uma estreita faixa do espectro. Agora, a disponibilidade de microprocessadores mais rápidos e o desenvolvimento de técnicas de modulação mais sofisticadas permitiram a criação de novas especificações de potência para linhas digitais que utilizam múltiplas portadoras, utilizam uma ampla faixa de freqüência (entre 2 e 80 MHz) e operam com altas taxas de transferência.
A consulta pública visa obter informações, comentários e dados técnicos referentes a:
- potenciais efeitos de interferência sobre o espectro de freqüência já autorizado para usuários de outros serviços;
- resultados de testes de experimentos práticos com a tecnologia;
- procedimentos de medição apropriados para testar características de emissão para todos os tipos de sistemas de portadoras atuais;
- alterações eventualmente necessárias em outros normativos, inclusive sobre o desenvolvimento de outros equipamentos, para permitir a implantação do novo serviço sem causar interferência sobre outros já implantados ou a implantar.


*Materia retirada do site:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010150030428

Internet via rede elétrica!

Internet via rede elétrica

A FCC (Federal Communications Commission), órgão do governo norte-americano responsável pela regulamentação das telecomunicações naquele país, colocou em consulta pública a normatização do serviço de Internet em banda larga utilizando a rede elétrica. A tecnologia para utilização de redes de distribuição de energia elétrica já vem sendo pesquisada por vários grupos de pesquisa ao redor mundo e pode ser considerada pronta para implantação em larga escala. Será mais uma opção para usuários domésticos e empresas terem acesso a serviços de banda larga, não apenas para acesso à Internet, mas também para a implantação de redes, serviços de multimídia e teleconferências.
O principal objetivo da normatização que está sendo proposta é o provimento de mais uma alternativa para o que os americanos chamam de “last-mile” (última milha), a parte final da malha de distribuição dos serviços, aquela que chega até a residência ou ao escritório. Esta é a porção mais cara do serviço, devido aos custos de infraestrutura e instalação. Desta forma, “back-bones” de fibra ótica poderiam distribuir os serviços, funcionando como grandes avenidas ao longo das cidades, enquanto que a rede elétrica faria o papel das pequenas ruas, retirando o tráfego da avenida e fazendo o serviço chegar até o local de trabalho do usuário, seja em sua casa, seja em seu escritório.
A implantação do serviço via rede elétrica deverá impactar diretamente o serviço DSL (”Digital Line Subscriber”), hoje oferecido por redes de TV a cabo e através de modens a cabo que utilizam linhas telefônicas. Mas certamente trará grandes vantagens para quem mora em áreas rurais, não servidas por estes serviços. Outra grande vantagem do novo sistema será sentido pelas empresas de energia, que terão um meio barato e efetivo de monitorarem e gerenciarem efetivamente suas redes de distribuição de eletricidade.
A proposta da FCC engloba dois tipos de serviço: acesso e interno (”in-house”).
O serviço de acesso utiliza as redes de média voltagem, entre 1.000 e 4.000 volts para levar a Internet e outros serviços de banda larga até o usuário final.

*Materia de Roberto, em março de 2008 - PCSaudável.

Na rede elétríca terá telefonia, internet e TV por assinatura!

Na rede elétríca terá telefonia, internet e TV por assinatura!
Copel testa nos próximos meses sistema de telefone e internet via rede elétrica Com investmentos de R$ 1 milhão, tecnologia permitirá que tomadas sejam utilizadas como portas de entrada para telefonia, internet e TV por assinatura.A Copel (PR) inicia nos próximos meses a fase de instalação e teste de equipamentos que reúne acesso à internet banda larga e serviços de telecomunicações utilizando fiação de energia elétrica
Com investimentos de R$ 1 milhão, a tecnologia vai permitir que as tomadas elétricas passem a ser utilizadas também como portas de entrada para telefonia, cabos de internet e TV por assinatura, entre outros. A Copel informou que vai abrir licitação para compra dos equipamentos até o dia 10 de março.
A companhia não informou em que cidade paranaense serão realizados os testes da tecnologia, que serão feitos com 300 usuários de perfis variados. Eles utilizarão os equipamentos por um ano. Serão testadas condições como confiabilidade, qualidade, estabilidade e desempenho dessa tecnologia, além de detectar e dimensionar as adaptações necessárias na rede elétrica existente. Outra vantagem da tecnologia é que ela também vai permitir o monitoramento e operação remota dos equipamentos da rede elétrica.
*Materia da Agência CanalEnergia, Tecnologia 28/02/2008.

domingo, 16 de março de 2008

Evolução do Processador

Evolução do Processador

1971: Microprocessador 4004
O 4004 foi o primeiro microprocessador da Intel. Esta invenção revolucionáriadeu um novo poder à calculadora da Busicom e abriu o caminho para o embutimento de inteligência em objectos inanimados, bem como nos computadores pessoais.

1972: Microprocessador 8008
O 8008 era duas vezes mais poderoso que o 4004. De acordo com a revista Radio Electronics, Don Lancaster - um grande aficionado dos computadores - usou o 8008 para criar um predecessor do primeiro computador pessoal, um aparelho chamado pela revista de «TV tipewriter». Era usado apenas como terminal de escrita.

1974: Microprocessador 8080
O 8080 tornou-se no cérebro do primeiro computsdor pessoal - o Altair, alegadamente chamado assim devido a destino da um Starship Enterprise num episódio da série de televisão Star Trek. Aficionados dos computadores podiam comprar um kit para o Altair por $US 395. Em apenas alguns meses vendeu dezenas de milhar, causando a primeira quebra de mercado na história dos computadores.

1978: Microprocessador 8086-8088
O 8086 foi esquecido para o primeiro PC, mas ainda foi usado mais tarde em alguns computadores. Era um verdadeiro processador de 16 bits e comunicava com as placas por uma ligação de dados de 16 vias. Mas em 1979 a venda à nova divisão de computaores pessoais da IBM fez do 8088 o cérebro do novissimo exito da IBM - o IBM PC. O sucesso do 8088 introduziu a Intel nas listas da Fortune 500, e companhia ainda foi nomeada como "Triunfos Empresariais dos Anos Setenta". Era um processador de 16 bits, mas comunicava com as placas apenas por uma ligação de 8 bits. Trabalhava a uma estonteante velociade de 4 MHz e inha a fantastica capacidade de memoria de 1MB de RAM.

1980: Microprocessador 80186
O «80186» foi um chip muito popular. Muitas versões foram desenvolvidas na sua historia. O cliente podia escolhar entre CHMOS e HMOS, versões de 8 bits e 16 bits dependendo do que quisesse comprar. Um chip CHMOS podia trabalhar ao dobro da velociade do relogio e a um quarto da gasto de energia do chip HMOS. Em 1980, a Intel lançou a familia «Enhanced 186». Todos eles partilhavam um mesmo desenho do nucleo. Tinham um nucleo de 1 micron e trabalhavam a cerca de 5MHz e a 3 volts.Para mais informação sobre o processador 186 :
Intel 186 Microprocessors
186 High-Integration 16-bit Processor Datasheet

1982: Microprocessador 80286
Mais conhecido por 286, foi o primeiro processador que executava todo o sotfware escrito para o seu predecessor. Esta compatibilidade de software continua a ser uma tradição na familia de processadores da Intel. Em apenas 6 anos após o lançamento, estima-se que se compraram cerca de 15 milhões de computadores pessoais baseados no 286 em todo o mundo.Era um processar a 16 bits capaz de endereçar memoria até 16MB de RAM. E era também capaz de trabalhar com memoria virtual. O 286 foi o primeiro processador "real". Foi também com ele que se introduziu o conceito de protection mode. Isto é a habilidade de ter multitarefas, ie, ter diferentes programas a correr em separado mas ao mesmo tempo. Esta nova habilidade não foi aproveitada pelo DOS, mas felizmente modernos Sistemas Operativos como o Win 9x e Unix tiram bastante partido desta qualidade. Este chip foi udaso pela IBM no seu PC AT. Trabalhava a cerca de 6MHz, e modelos posteriores conseguiram trabalhar a 20MHz. Estes processadores são hoje usados apenas como pisa-papeis, mas muita gente tambem os usa.

1985: Microprocessador 386(TM)
O microprocessador Intel 386TM era constituido por 275,000 transistors - mais de 100 vezes quantas o 4004 original. Foi com este chip que tudo verdadeiramente começou. Com este chip os PC´s passaram a ser ferramentas de trabalho bastante uteis. O 386 foi o primeiro processador de 32 bits para PC´s. Podia, por conseguinte, consumir o dobro de informação em cada ciclo de relogio e conseguia brincar com placas de tambem 32 bits. Podia comunicar com qualquer coisa como 4 GB de memoria real e 64TB de memoria virtual. Este menino mal comportado podia trabalhar em conjunto com um co-processador matematico - o 80387. Tinha tambem 16 bytes de cache, e usava-os todinhos. A versão reduzida deste chip foi o 386SX. Este foi um chip magro, mais barato de fazer. Comunicava com as placas por um caminho de 16 bits. A velociade dos 386 variou entre os 12.5MHz e os 33MHz - eu tive um a 25MHz com 2MB de RAM e HD de 52MB, e ainda o guardo. Os chips 386 foram desenhados para serem user friendly. Todos os chips desta familia eram compativeis pino-por-pino e tambem eram compativeis a nivel dos binarios com as anteriores familias dos 186, significando isto que os utilizadores não precisavam de comprar novo software para os usar. Ainda, os 386 tinham a capacidade de poupar energia pois trabalhavam a baixa voltagem e usavam o System Management Mode(SMM) que podia desligar alguns dos componentes para poupar energia. Globalmente, este chip foi um grande avanço no, e para o desenvolvimento dos chips. Foi ele que definiu o padrão para os chips que se seguiram, pois tinha um desenho simples com o qual os investigadores conseguiam facimente trabalhar.
Para mais um pouco de informação sobre o 386:
Embedded 386 Microprocessors
386SX Microprocessor Datasheet

1989: Microprocessador 486(TM) DX
Esta foi a geração seguinte na historia do processador. Passou-se de uma computação de linha de comandos para uma de apontar-e-picar. O processador 486TM foi o primeiro a oferecer um coprocessador matemático built-in, o que acelarava bastante a computação de complexas funções matemáticas no processador central. E ainda era muito mais rapido. Este chip foi puxado até aos 120 MHz. Ainda hoje é usado em grande escala. O primeiro membro desta familia do 486 foi o 486SX. Era muito eficiente em gastos de energia e tinha uma grande performance para a altura. O seu desenho eficiente leveu a inovações ao nivel da cobertura. O 486SX vinha num envolucro "176 lead Thin Quad Flat Pack(TQFP)" e tinha a espessura de um quarto. O membro seguinte da familia 486 foi o DX2s e o DX4s. As suas velocidades foram obtidas devido à tecnologia de multiplicação-de-velocidade que habilitava o chip a trabalhar a um ciclo de relógia superior ao do bus. Também introduziram o conceito de RISC - Reduced Instrution Set Chip - qua apenas faziam umas coisinhas, mas faziam-nas muito rapidamente. Isto tornou o chip muito mais eficiente e separou-o completamente dos anteriores x86. O DX2 oferecia 8K de write-through cache e o DX4 16K. Esta cache ajuda o chip a manter o seu "um ciclo por instrução" devido ao uso do RISC. Embora estivesse dividido entre SX e DX ambos eram processadores de 32 bits, mas o SX não tinha coprocessador. Mesmo assim o SX conseguia ser cerca de duas vezes mais rápido que o 386.
Para mais informação sobre o 486:
Intel486 Processor Reference Information

Para mais informação sobre o design técnico sobre o chip, veja Embedded Intel Architecture
High Performance 486 Processors
486SX Datasheet
486DX2 Datasheet
486DX4 Datasheet

1993: Processador Pentium®
A Intel levou o PC ao nível dos 64 bits com este processaor. É composto por 3.3 milhões de transistors e trabalha a 100 milhóes de instruções por segundo (MIPS). O Pentium® permitiu aos computadores mais facilmente operar sobre data tal como a fala, o som, a escrita e a fotografia. O próprio nome Pentium® tornou-se uma palavra quase que doméstica pouco depois da sua introdução. A familia Pentium® é constituida pelos processadores com velocidade de relógio de 75/90/100/120/133/150/166/200 MHz e são compativeis com todos os sistemas operativos desde o MS-DOS e Win 3.1, ao Unix e OS/2.O seu design superescalar consegue executar duas instruções por ciclo de relógio. A memória cache separada e a unidade de virgula flutuante canalizada (pipelined floating point unit) aumenta a sua performance muito para além dos outros chips x86. Tem habilidades de gestão de energia SL e tem a capacidade de trabalhar como uma equipa com outro Pentium®. O chip comunica como as suas placas por um bus de 64 bits. Tem 273 pinos que que o conectam com a placa-mãe. Internamente, não ostante, são realmente dois chips fde 32-bits ligados que dividem o trabalho. Este chip vem com 16K de cache built-in. O Pentium® porque é bastante rápido também aquece demais. Portanto, o uso de uma ventoinha é necessário. Mais recentemente a Inetl lançou uma versão mais eficiente deste chip que trabalha a 3,3 volts, em vez dos habituais 5 volts, o que reduziu a temperatura e o gasto de energia.Mais uns extras: o processador tem um arranque rápido que carrega pedaços de data de 265-bits para a cache num único ciclo de relógio. Consegue transferir dados para a memória até à velocidade de 528MB/Sec. Ainda, a Intel suportou a tarefa de colocar directamente no chip vários comandos usados muito frequentemente. Isto passa ao lado da tipica livraria de comandos do microcódigo. Também executa um auto-teste - built-in - a quando do reset.Para mais informações sobre o processador :
Pentium Processor Manuals
Pentium Processor Performance Brief
Application Notes
Pentium Processor Performance Indicators
In the News

1995: Processador Pentium® ProLançado no outono de 1995, o Pentium® Pro foi desenhado para servidores e correr aplicações de 32-bit, permitindo CAD (computer-aided design), engenharia mecanica e computação cientifica mais rápida. Cada Pentium® Pro era construido conjuntamente com um chip de acelaração da memória cache. O poedroso Pentium® Pro tinha 5.5 milhões de transistors.Para mais informação:
Pentium Pro Processor On-Line Introduction


1997: Pentium® II ProcessorOs 7.5 milhões de transistor do Pentium II já incorporam a tecnologia MMX (MultiMedia eXtensoins), a qual foi desenvolvida especialmente para processar video, audio , dados gráficos de um modo eficiente. É empacotado com um chip de memória cache super-rápido num inovador cartucho Single Edge Contact (SEC) que conecta com a placa-mãe por uma única extremidae, por oposição aos multiplos pinos. Com este chip, os utilizadores do Pc podem facilmente capturar, editar e trocar fotografia digital com amigos e familia; editar e adicionar texto, som a pequenos videos domesticos e depois através de uma simples limha de telefone envia-los pela Internet.

Matéria retirada do site:
http://www.ncc.up.pt/~zp/aulas/9899/me/trabalhos/alunos/Processadores/historia/evolucao.htm

Evolução do Chip (8080)

A Evolução dos Microprocessadores

A história do revolucionário pedacinho de silício confunde-se com a de seu criador, a Intel fundada em 1968 para atuar na área de semicondutores; a Intel foi procurada pela japonesa Busicon, que queria fabricar uma calculadora de quatro operações. Para produzir tal máquina, hoje encontrada sobre a prancha dos camelôs de cada esquina a preço de banana, os técnicos da Intel se debruçaram sobre o projeto de um microprocessador. Em 15 de novembro de 1971 nascia o 4004 tinha 2.300 transistores para processar 0,06 milhões de instruções ( ou 60.000) por segundo e era menor que um selo de carta. O monstruoso Eniac, criado em 1946 para fins bélicos e o primeiro computador de que se tem notícia, ocupava, sozinho, 1000 metros quadrados e fazia o mesmo. A Busicon faliu pouco depois. Só que a Intel achando que o microprocessador tinha futuro, comprou da dona legal a patente do 4004 por 60.000 dólares. Esse investimento de 60.000 dólares acabou conduzindo a um faturamento, em 1995, de 16 bilhões de dólares. A partir do 4004 foram desenvolvidos novos chips pela Intel, cada vez mais poderosos. No ano seguinte saia o 8008, o primeiro processado de 8 bits, com capacidade de memória de 16 Kbytes, ou 16.000 bytes, contra 640 bytes do 4004. O 8008 foi muito utilizado nos chamados terminais burros, aqueles ligados aos computadores de grande porte, apenas para a entrada de dados. Em 1974 surgiu o 8080 com desempenho seis vezes maior do que o do anterior. A era dos processadores de 16 bits começou em 1978. Com o 8086, e uma variação deste, o 8088, lançado em 1979. Está na história da informática que o 8088 equipou o primeiro computador pessoal da IBM. Seu sucessor, o 20286, lançado em 1982, já era capaz de percorrer toda a Enciclopédia Britânica em 45 segundos. Em 1985 apareceu o 386 DX, capaz de percorrer a Enciclopédia Britânica em 12,5 segundos. O 386 SX, mais barato que o anterior, chegou em 1988, ajudando a popularizar o microcomputador. Surgiram em seqüência o 486 DX, que já endereçava interna e externamente a 32 bits, em abril de 1989; o 486 DX2, em março de 1992, e primeiro Pentium, já com arquitetura externa de 64 bits, um ano depois. Em 1995 o Pentium atingiu a velocidade de processamento de 133 MHz, e com o Pentium Pro, 150 MHz. Só para comparar com o pioneiro 4004, o Pentium Pro contém 5,5 milhões de transistores. Em 1997 surge o Pentium II muito mais rápido que o seu antecessor e já com 7,5 milhões de transistores, dois anos mais tarde surge o Pentium III . Abaixo um resumo dos processadores e suas principais características:
· 1971 – A Intel lança o primeiro chip da história o 4004, que reunia 60 mil transistores e realizava 60 mil cálculos por segundo. O poder de processamento é muitas vezes superior ao do Eniac, o primeiro computador. · 1972 – A segunda geração de chips, a 8008, é apresentada ao mercado. Tem 3,5 mil transistores e pista de dados de 8 bits. · 1974 – O 8080, com 6 mil transistores, foi o cérebro do primeiro computador pessoal, o Altair. Foi o primeiro chip que acelerou os computadores. · 1978 - O 8086 foi o primeiro chip de 16 bits. Era tão poderoso para a época que a IBM preferiu encomendar uma versão com menor poder de processamento para equipar seu PC-XT. Podia usar 1 megabyte de memória. · 1982 – O chip 80286, com 134 mil transistores, pista de dados de 16 bits e bus de 24 bits, tornou possível usar até 16 Mb de RAM. Foi o primeiro multitarefa sendo também base de vários clones, cópias do PC produzidos na época. · 1985 – O 80386, primeiro chip de 32 bits para microcomputadores chega ao mercado. Tem capacidade para até 4 Gb de RAM. Sua pista de dados externa Três anos depois surge o 386 SX. Este tinha barramento de 16 bits e era mais barato que o anterior, e que motivou a popularização do microcomputador. · 1989 – O final da década de 80 foi marcada com a chegada do 80486. Este chip reuniu 1,2 milhões de transistores e deu um passo à frente, integrando o co-processador matemático, que até então era vendido separado, e ganhou uma memória interna (cache). Já era um chip de 32 bits por inteiro. No ano seguinte a Intel apresenta o 386 SL, mais integrado, voltado para notebooks. Em 1992 é a vez do 486 DX2, que marca a duplicação do clock interno, que chega a 66 MHz. · 1993 – O Pentium é um maiores sucessos da Intel. Com 3,1 milhões de transistores, é um chip de 32 bits e bus de 64 bits. A versão 60 MHz oferecia cinco vezes maior do que o processador Intel 486 DX de 33 MHz. · 1995 – O chip Pentium Pro tem 5,5 milhões de transistores. É capaz de processar imagens 3D, videoconferências e outras tarefas até então confiadas a supercomputadores. Possuía arquitetura externa de 64 bits e capacidade de processar 3,1 milhões de instruções por segundo. · 1997 – O Pentium II, com 7,5 milhões de transistores e tecnologia MMX, aumenta o desempenho de aplicações multimídia, No formato de um cartucho de videogame, é conectado à placa-mãe através de um único conector, no lugar de pinos. · 1999 – Pentium III, equipado com o Processador Serial Number (número de série que identifica o usuário). O PSN não é aceito pela comunidade Internet.

*Ótima matéria retirada de site da área!